1.9.24

Alexander e aquilo que Sr Bergman Quiser

0 comentários

Resolvi reabrir isto porque me chateia constatar que todas as coisas têm o seu fim, mas, sobretudo, chateia-me o fim prematuro das coisas (na realidade tudo me chateia neste momento).

Ontem fui ao cinema Trindade ver uma versão restaurada da longa-metragem Fanny e Alexander —Fanny och Alexander — (1982) na sua versão curta de mais de 3 horas (188m). 

Ora no fim do filme em conversa com mãe e irmão, a coisa descambou um pouco porque, não obstante não ter odiado o filme (bem longe disso, e a maioria deste, é, de facto, encantador), resolvi desancar no santo realizador.

12.10.16

Cidadania uber alles

0 comentários
Parece-me uma distracção perigosa ver a questão "Uber vs. Táxi", enquadrada, precisamente, como "Uber vs. Táxi".

25.6.14

Continuar a continuar

0 comentários
Estou prestes a licenciar-me na arte de desenrascar trabalhos à pressa enquanto durmo pouco e acumulo listas de coisas realmente interessantes que preferia estar a fazer anotadas em bocados de papel que perco em gavetas e nos bolsos das calças. Variante de Design de Comunicação. Mas não tenciono exercer.

1.4.14

O lençol - artigo onde o autor aborda questões como "democracia visual para além do ter mais ou menos pilim", "bom senso para além do ter mais ou menos direito" e "vai andando que a gente já lá vai ter... é o vais"

0 comentários
Regra geral, quando alguém numa conversa sobe o tom de voz, isso significa que se estão a esgotar rapidamente os seus recursos retóricos. Se não se é capaz de mover, convencer, seduzir, pelos argumentos, então, um berro valente há-de resolver a questão.

25.3.14

Sobre rótulos e não-rótulos

0 comentários
(…) In recent decades, Graphic Design has become associated foremost with commerce, becoming virtually synonymous with corporate identity and advertising, while its role in more intellectual pursuits is increasingly marginalized. (…)

26.2.14

Aqui vamos nós (outra vez)

0 comentários
A leitora(1) mais atenta e a quem uma enfermidade não tenha conduzido a um estado comatoso nos últimos meses, ter-se-á certamente apercebido do hiato mais ou menos correspondente ao período médio de gestação de um bebé humano que intervalou a publicação de textos neste blogue.

24.2.14

Rótulos e não-rótulos

0 comentários
Acho engraçado como às vezes, a propósito de algum acontecimento específico que se aproxima no decorrer do curso, surjam discussões que se revelam urgentes entre os alunos mas que ainda assim continuam ausentes da actividade curricular oficial e só são alimentadas nos corredores, na mesa do bar, nas casas uns dos outros; ou seja: em qualquer sítio onde não esteja a acontecer uma aula.

22.2.14

Designer as a Firm

0 comentários
Há uns tempos atrás numa aula de Crítica de Design foi proposto pelo professor Mário Moura debater-mos três diferentes pontos de vista do papel do designer: freelancer, funcionário, firma.

22.5.13

Uma tarde na faculdade

0 comentários
Ultimamente tenho-me dedicado bastante a tentar perceber a verdadeira utilidade do curso que estou a tirar e as conclusões a que tenho chegado em conversa com vários colegas não têm sido muito animadoras.

26.3.13

Do Estado-nação ao Estado-empresa às empresas-Estado

0 comentários
Um dos exemplos que mais recentemente me chamou a atenção para a maneira como as empresas têm vindo a invadir a esfera pública é o das expedições de aventura.

24.3.13

Uma espécie de humor social

0 comentários
Ultimamente apercebo-me da necessidade dos que me rodeiam em contribuir para a criação de um common place, para a banalização de certas situações, certas formas de sentir, de experienciar, de entender, de errar.

18.3.13

O objecto físico, impresso, encadernado, distribuído

0 comentários
Abrir o computador nas aulas para ver o que se está a passar online às vezes tem destas coisas. Hoje de manhã, depois de ler o que escreveu João Drumond no facebook e Mário Moura no seu blog, não consegui voltar ao trabalho sem antes me preocupar com o que tinha acabado de ler.

17.3.13

Aqui vamos nós

0 comentários
Antes de criarmos este blog, eu, o Diogo e o Tiago tivemos, entre setembro e dezembro do ano passado, longas conversas no bar da faculdade (as Belas Artes do Porto) que se seguiam às aulas de Crítica do Design onde, a contra-relógio, se pensava e discutia sobre design: as suas práticas, a sua história, a sua ética, os seus valores, o seu papel, a sua legitimidade, o seu futuro. A vontade de prolongar a discussão para além das duas horas da aula era o que nos juntava à volta da mesma mesa, quase sempre por mais tempo do que dizíamos ter disponível.